sexta-feira, 21 de outubro de 2011

"Até podes sabere o meu nome, mas não significa que saibas a minha história"

- Ouvi isto por aí, há uns tempos.
A verdade é que esta é A verdade. Nunca conhecemos alguém totalmente.

Eu sei a minha história, mas não é sobre ela que agora escrevo - a que me interessou foi a dele. É história com história, e por aqui há pouco disso. Por aqui há muita futilidade espalhada por todo o lado, e deste modo, pouco valor se pode dar ao que quer que seja. Aqui, pára-se pouco para pensar na vida e no lado mais humano. Passou tudo a ser descartável. Existe egocentrismo e falta de ajuda sem interesse. Vive-se a era do "faz de conta" e esquece-se o "não tomes nada como adquirido". E é assim que o valor se perde. É assim que um sorriso verdadeiro, um casaco bonito oferecido com o maior carinho e esforço, uma palavra verdadeira ou a mais simples folha caída de uma árvore, perdem valor. Porque se acredita que tudo vai estar cá sempre. Toma-se objectos e pessoas como dados adquiridos.

E quando a vida se encarrega de mostrar a quem já esqueceu O Valor a realidade, a queda é grande. Porque a expecativa assim também o era. E porque, acima de tudo, a honestidade há muito se encontrava perdida.

E na história dele há Valor. Há luta. Houve dor. Mas acima de tudo - Há o Sorriso Verdadeiro, aquele tão raro e precioso.

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