sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

With your tiny hand, hold mine.
Keep in here.


Listen to me, while I write slowly, to you  ,


Ma belle,
When the sun shines, shine even more.
And when he gets hided, run to catch him,
Because no matter what, he won't desapear forever.
And when the night comes out,
Smile you.
Smile you, and let her understand the real meaning of glory.
Stars will show up and then you show them off.
Not because you're better, but because you also deverve to shine.
Everybody does, 'till the day some doesn't - and then Karma deals with it.
Don't worry about the results, care about the way you fight for them.
Once made, no way you can go back.
And then take a deep breath. As deep as you can.
And close your eyes.
Keep on smiling.
There's not a better brand to wear then the rising of your lips.
If you find rain, enjoy it.
Listen to the sound of the small pieces of water touching strongly the floor, the doors, the windows.

Find inside yourself what I know you are made of:

  • There's peace,
  • Love and
  • Music
After that, you're able to be happy.
Missing the sound of the rain ♥

sábado, 18 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Memórias do João,

Ao passear por entre as ruas inundadas de história em Toledo, onde cada porta e cada janela se encontram forradas por buracos de balas, as lojas para os turistas têm montras cheias de espadas e armaduras. O primeiro pensamento que tenho assalta-me vigorosamente – “Mãe, estás-me a imaginar neste lugar há uns bons anos atrás?”, e ela sorri, recordando comigo aquela minha grande paixão. Eu tinha 5 anos e um objectivo na mente: fazer espadas do que quer que fosse que me passasse pelas mãos.
Lembro-me de estar a sair da casa em Massamá para ir para o infantário, a horas demasiado pequenas para a minha rabugice, e só ter despertado no carro quando pedi uma garrafa de água ao meu pai. Espada Nova! Mas no dia seguinte a garrafa já sabia a pouco, e lá tentava eu inventar outro modelo. A minha mãe delirava comigo enquanto me via absorto naquelas brincadeiras de cavaleiros e batalhas, mas quando lhe ia às gavetas e desarrumava as colheres de pau e afins, o semblante sorridente mudava-se. E eu com isso! Era tão melhor poder andar pelos corredores que, na altura, pareciam gigantes a comparar com os meus cento e poucos centímetros, do que manter a casa arrumada!
Ao olhar para esses dias da minha infância, consigo encontrar alguns “flashes” na minha memória com imagens perfeitas daqueles tempos. Lembro-me dos paus das árvores na Terra dos meus avós serem as armas ideais para os meus confrontos com guerreiros nobres e imaginários. Lembro-me de fugir para debaixo das escadas da Pensão Luar do Senhor Raul em Odeceixe e fazer das tábuas de madeira que por ali estavam o instrumento ideal para a minha imaginação. Lembro-me de estar no circo e sentir os olhos brilharem de alegria – não com os palhaços de apito na boca, mas sim com as espadas luminosas que umas senhoras de avental vendiam nas bancadas.
E aqui, em Espanha, tão longe destas memórias, sinto-me perto daquilo que sentia outrora. Não havia volta a dar, eu gostava mesmo daquilo!
Assim, naquela inocência de mundo fantástico onde eu, com uma espada melhor que a de qualquer outro, ganhava lutas de espadachins, vivia feliz. E hoje, sorrio e sinto de novo o sabor da malandrice da minha infância, ao recordar o porquê daquela felicidade tão pura e honesta que as espadas me traziam. Eu fazia-o apenas por duas razões: por tudo e por nada. E o mundo do imaginário rendia-se-me.


:)

sábado, 4 de fevereiro de 2012

This is how life was today showed to me on that

studio: a large stage where you can move your

arms and legs, and the entire body, dancing on the

dance floor, feeling the movements, letting your soul

around the miror, smiling to everywhere. I do love

to live, wherever I go <3

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012












A beleza das coisas está no modo como olhamos para elas. Pára. Aprecia sem julgar. Contempla sem raciocinar. Não será muito mais belo do que já alguma vez imaginaste?

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Frases bonitas. Sou por elas, e gosto de as sentir entranharem-se em mim. Mas torno-me anti ao sentir uma frase rodeada de rodeios.

"A sua mania é fazer belas frases, ver-lhes o brilho, sentir-lhes a música. Se for necessário falsear a ideia, deixá-la incompleta, exageá-la, para a frase ganhar em beleza, o desgraçado não hesita... Vá-se pela àgua abaixo o pensamento, mas salve-se a bela frase." - Made in Os Maias

Então aí, quando essas me ficam expostas, sorriu daqueles sorrisos que sentem pena. E que o mostram. A frase, o pensamento, não precisa de adereços coloridos para ganhar brilho - o ideal está na beleza que um pensamento ganha ao se vestir nu de preconceitos.
Cada leitor, com efeito, recria a obra que lê; e a perpetuidade de uma obra é o que é, mais o que dela foram fazendo os seus leitores (Vergílio Ferreira).

O Objectivo da Arte não é Ser Compreensível


Toda a arte é expressão de qualquer fenómeno psíquico. A arte, portanto, consiste na adequação, tão exacta quando caiba na competência artística do fautor, da expressão à cousa que quer exprimir. De onde se deduz que todos os estilos são admissíveis, e que não há estilo simples nem complexo, nem estilo estranho nem vulgar.
Há ideias vulgares e ideias elevadas, há sensações simples e sensações complexas; e há criaturas que só têm ideias vulgares, e criaturas que muitas vezes têm ideias elevadas. Conforme a ideia, o estilo, a expressão. Não há para a arte critério exterior. O fim da arte não é ser compreensível, porque a arte não é a propaganda política ou imoral.


Pessoa,
O nosso e nada nosso. O dele.


10 Things I Hate About You - The Movie

Kat Stratford: I hate the way you talk to me, and the way you cut your hair. I hate the way you drive my car. I hate it when you stare. I hate your big dumb combat boots, and the way you read my mind. I hate you so much it makes me sick; it even makes me rhyme. I hate it, I hate the way you're always right. I hate it when you lie. I hate it when you make me laugh, even worse when you make me cry. I hate it when you're not around, and the fact that you didn't call. But mostly I hate the way I don't hate you. Not even close, not even a little bit, not even at all.