Aprender.
Não ter medo de mudar,
Lutar;
Saber escolher,
Saber parar.
E resistir,
Firme, calma e serena.
E acreditar,
Sem, jamais, aceitar o dilema.
Olhar para o passado
E saber reviver sem sofrer.
A luta foi travada.
Ficou gravada na memória.
O que bastou?
Glória.
E hoje o rio corre,
E pelas águas docemente atravessa,
Contornando pedras,
Amores e dissabores.
E sobrevive.
E Vive.
E sabe.
E escolhe a seu favor
O que o favor não lhe quis dar.
Já não há inquietação no sentir:
Vê-se leveza na expressão.
O olhar calmo e tranquilo,
Inundado pela seca que ao rio não vai chegar.
Porque a água é transparente,
Não mente,
Não esconde,
Não alimenta quases.
O preto é preto - jamais cinzento escurecido.
E o amor que existe adivinha-se eterno,
Pura e simplesmente porque de amor se trata.
Sem comentários:
Enviar um comentário